No dia dos namorados, uma homenagem ao encantamento...que sempre vale a pena....por alguém, por alguma coisa ou por um sonho....seja correspondido ou não...
Não te deixes destruir... Ajuntando novas pedras e construindo novos poemas. Recria tua vida, sempre, sempre. Remove pedras e planta roseiras e faz doces. Recomeça. Faz de tua vida mesquinha um poema. E viverás no coração dos jovens e na memória das gerações que hão de vir. Esta fonte é para uso de todos os sedentos. Toma a tua parte. Vem a estas páginas e não entraves seu uso aos que têm sede.
Quer saber quais músicas eram “paradas de sucesso” no ano em que você nasceu? Uma amiga me enviou este link: http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm e eu descobri as 100 mais do meu ano.
Disco-voador passando com hora marcada? Esta é a sua chance...
Ufóloga eu? Não....rsrsrsrs. Estou falando de uma intervenção de arte no céu do Rio, amanhã (23/05), na qual um helicóptero “reboca” uma instalação de alumínio em forma de disco, causando a impressão de que o objeto voa sozinho. O artista pretende com isso levantar o questionamento do “porquê” as pessoas acreditam no que acreditam...
Bem, se você vai refletir sobre isso eu não sei. Mas pode ser a sua chance de tirar uma fotinho com um disco-voador....rs. Quero dizer, os que moram no Rio. Porque já vi que esses ÓVNIS não querem dar uma esticadinha em Niterói.
Será que eles estão com medo da concorrência com o MAC...rs?
Uma das certezas da vida é que um dia você passará por uma desilusão amorosa. Nem que tenha sido aos 6 anos de idade por conta de um colega na alfabetização que não te deu bola. Agora, se você já passou dos 25 (ou um pouco mais que isso) e ainda não tropeçou com o amor da sua vida (uma crença questionável), com certeza já passou por algumas dessas desilusões.
Bem, o fato é que eu estava conversando dia desses com uma amiga, que chorosa, estava enfrentando uma situação semelhante. E nesse momento a gente fala muita besteira, coisas do tipo “eu não queria me apaixonar”, “amar é uma droga”, “para que que eu deixei esse sentimento crescer”.... enfim, eu sou gente e a entendo perfeitamente. Mas lá estava eu, do outro lado do telefone, como a amiga que fala que “tudo vai melhorar”, “amar vale a pena” e por aí vai.
Mas uma das coisas que eu falei, e na qual acredito realmente é que é melhor amar, arriscando-se a sofrer do que não sentir nada por ninguém. Amar, mesmo em tempos difíceis de tanto isolamento, superficialidade e individualismo, é uma prova de que ainda somos gente de carne e osso, de que não viramos pedra. E isso é muito bom.
Daí lembrei de um texto fantástico do maravilhoso C.S.Lewis (espero que ninguém por aqui canse de tanto que eu o cito), que deixei para ela e deixo aqui:
“Não existe um investimento seguro. Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração irá certamente ser espremido e possivelmente partido. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em passatempos e pequenos confortos, evite todos os envolvimentos, feche-o com segurança no esquife ou no caixão do seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro, sombrio, imóvel, sufocante – ele irá mudar. Não será quebrado, mas vai tornar-se inquebrável, impenetrável, irredimível. A alternativa para a tragédia, ou pelo menos para o risco da tragédia é a danação. O único lugar fora do céu onde você pode manter-se perfeitamente seguro contra todos os perigos e perturbações do amor é o inferno.”
Uma observação sobre comida e má educação no dia das mães
Domingo foi dia de levar mãe ao restaurante. Restaurante cheio, serviço confuso. Clássico. E diante do desafio de enfrentar essa odisséia, lanço mão da minha racionalidade para completar a tarefa de maneira mais leve. Penso: “Vamos entender, é um dia atípico, é tudo uma questão de paciência”.
Só que rapidamente descubro que as palavras “entendimento” “paciência” “solidariedade” e “gentileza” só constam do meu dicionário. Observo (e isso já venho percebendo há um bom tempo) que quando os elementos “comida” e “muita gente” estão juntos, um terceiro, chamado “educação”, vai pro espaço, desaparece. Se o serviço do restaurante é do tipo buffet, aí então a coisa fica feia. As pessoas avançam, não esperam, te apertam, te empurram com o pratinho....um inferno. Parece que aquelas pessoas não vêem comida há um bom tempo. E boba ainda sou eu que ainda quero que as pessoas percebam sua atitude com a minha cara de indignação.
Ai, ai, meu mundo cor-de-rosa, que se há de fazer por ti? Não sou mãe, mas domingo eu padeci no paraíso!
Apesar de não levantar faixas nem bandeiras (literalmente) pela causa ecológica, sempre me considerei no mínimo uma cidadã consciente, daquele tipo que não joga lixo no chão, e outras coisas. Sendo assim, sempre que ouvia sobre as ações do Greenpeace (que muitas vezes recebiam protestos e críticas), pensava que afinal de contas, qualquer pronunciamento ou ação sobre a questão ecológica tem a sua validade.
Mas hoje, bem....hoje...
Estava pela manhã a caminho de um compromisso em outro bairro de Niterói, e após entrar no ônibus, descubro, pelo rádio, que o engarrafamento que se enxergava à minha frente não era localizado. Qual era a causa? Manifestantes do Greenpeace que estavam pendurados no vão central da Ponte Rio Niterói, a fim de estender um faixa gigante de protesto. Simplesmente causaram um engarrafamento monstruoso em todas as vias de acesso à Ponte, que atravancou a vida de centenas de pessoas e aumentou e muito as emissões de CO2 e gases prejudiciais ao meio ambiente.
Resultado: depois de perseverar mais alguns minutos dentro do coletivo, esperando um milagre, Gabizinha desiste e volta prá casa à pé, refletindo no acontecido. Ela descobre mais tarde, que a faixa em inglês tem os dizeres: “Líderes mundiais: clima e pessoas primeiro”.