Passando 2...
Quer saber quais músicas eram “paradas de sucesso” no ano em que você nasceu? Uma amiga me enviou este link: http://www.planetarei.com.br/100anos/index.htm e eu descobri as 100 mais do meu ano. Olha só as minhas 25 mais: 01 Moça - Wando 02 Além do Horizonte - Roberto Carlos 03 I'm Not In Love - 10cc 04 Moro Onde Não Mora Ninguém - Agepê 05 Paralelas - Vanusa 06 O Mestre Sala dos Mares - Elis Regina 07 Like A Locomotion - Left Side 08 Flying (Turn Round) - Chris DeBurgh 09 One Day In Your Life - Michael Jackson 10 Charlie Brown - Benito Di Paula 11 Fé Cega, Faca Amolada - Milton Nascimento & Beto Guedes 12 Philadelphia Freedom - The Elton John Band 13 Kung Fu Fighting - Carl Douglas 14 Dois Pra Lá, Dois Pra Cá - Elis Regina 15 Severina Xique Xique - Genival Lacerda 16 The Old Fashioned Way - Charles Aznavour 17 Island Girl - Elton John 18 O Mar Serenou - Clara Nunes 19 Love Will Keep Us Together - The Captain & Tennille 20 Only Yesterday - Carpenters 21 Get Down Tonight - KC & The Sunshine Band 22 Olha - Roberto Carlos 23 You're The First, The Last, My Everything - Barry White 24 1800 Colinas - Beth Carvalho 25 Mandy - Barry Manilow Este é mais um momento “nada para fazer” orgulhosamente compartilhado com vocês...rs.
Escrito por Gabi às 14h26
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Passando...
Em homenagem ao momento “deixando de vez o mundo cor-de-rosa”... 
Olha que frase legal eu vi hoje, na bolsa de uma estudante: “Médicos salvam vidas, professores salvam gerações.” Essa é para todos os queridos (bons) professores e professoras que eu conheço. E para mim também....rs.
Escrito por Gabi às 00h32
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Disco-voador passando com hora marcada? Esta é a sua chance...
Ufóloga eu? Não....rsrsrsrs. Estou falando de uma intervenção de arte no céu do Rio, amanhã (23/05), na qual um helicóptero “reboca” uma instalação de alumínio em forma de disco, causando a impressão de que o objeto voa sozinho. O artista pretende com isso levantar o questionamento do “porquê” as pessoas acreditam no que acreditam... Bem, se você vai refletir sobre isso eu não sei. Mas pode ser a sua chance de tirar uma fotinho com um disco-voador....rs. Quero dizer, os que moram no Rio. Porque já vi que esses ÓVNIS não querem dar uma esticadinha em Niterói. Será que eles estão com medo da concorrência com o MAC...rs? Veja mais aqui http://www.discovoador.art.br/projeto.html 
Escrito por Gabi às 11h49
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Novos tempos, novas formas de ganhar dinheiro...
Olha só o que recebi no meu e-mail gente... 
Escrito por Gabi às 11h12
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Linha direta
Tem dias em que eu quero muito que Deus fale comigo (diretamente), mas nada (aparentemente) chega para mim. Mas há outros em que Ele fala claramente. Ontem, eu não tive dúvidas. Ele virou para mim e me perguntou: “Entendeu ou quer que eu desenhe?” Ééééé...
Escrito por Gabi às 16h00
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Não basta ser irmã. Tem que participar!
Essa semana fiquei sabendo de duas amigas que estão grávidas pela primeira vez. Fiquei muito feliz, porque elas já vêm tentando há um bom tempo. Agora, tenho que dizer: amiga do peito mesmo é a minha irmã. Ela não quer me deixar prá titia mesmo...rs! Te amo sister!
Escrito por Gabi às 01h00
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Amo, e às vezes sofro. Mas sou gente.
Uma das certezas da vida é que um dia você passará por uma desilusão amorosa. Nem que tenha sido aos 6 anos de idade por conta de um colega na alfabetização que não te deu bola. Agora, se você já passou dos 25 (ou um pouco mais que isso) e ainda não tropeçou com o amor da sua vida (uma crença questionável), com certeza já passou por algumas dessas desilusões. Bem, o fato é que eu estava conversando dia desses com uma amiga, que chorosa, estava enfrentando uma situação semelhante. E nesse momento a gente fala muita besteira, coisas do tipo “eu não queria me apaixonar”, “amar é uma droga”, “para que que eu deixei esse sentimento crescer”.... enfim, eu sou gente e a entendo perfeitamente. Mas lá estava eu, do outro lado do telefone, como a amiga que fala que “tudo vai melhorar”, “amar vale a pena” e por aí vai. Mas uma das coisas que eu falei, e na qual acredito realmente é que é melhor amar, arriscando-se a sofrer do que não sentir nada por ninguém. Amar, mesmo em tempos difíceis de tanto isolamento, superficialidade e individualismo, é uma prova de que ainda somos gente de carne e osso, de que não viramos pedra. E isso é muito bom. Daí lembrei de um texto fantástico do maravilhoso C.S.Lewis (espero que ninguém por aqui canse de tanto que eu o cito), que deixei para ela e deixo aqui: “Não existe um investimento seguro. Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração irá certamente ser espremido e possivelmente partido. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em passatempos e pequenos confortos, evite todos os envolvimentos, feche-o com segurança no esquife ou no caixão do seu egoísmo. Mas nesse esquife – seguro, sombrio, imóvel, sufocante – ele irá mudar. Não será quebrado, mas vai tornar-se inquebrável, impenetrável, irredimível. A alternativa para a tragédia, ou pelo menos para o risco da tragédia é a danação. O único lugar fora do céu onde você pode manter-se perfeitamente seguro contra todos os perigos e perturbações do amor é o inferno.” C.S.Lewis em “Os Quatro Amores”
Escrito por Gabi às 00h59
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Uma observação sobre comida e má educação no dia das mães
Domingo foi dia de levar mãe ao restaurante. Restaurante cheio, serviço confuso. Clássico. E diante do desafio de enfrentar essa odisséia, lanço mão da minha racionalidade para completar a tarefa de maneira mais leve. Penso: “Vamos entender, é um dia atípico, é tudo uma questão de paciência”. Só que rapidamente descubro que as palavras “entendimento” “paciência” “solidariedade” e “gentileza” só constam do meu dicionário. Observo (e isso já venho percebendo há um bom tempo) que quando os elementos “comida” e “muita gente” estão juntos, um terceiro, chamado “educação”, vai pro espaço, desaparece. Se o serviço do restaurante é do tipo buffet, aí então a coisa fica feia. As pessoas avançam, não esperam, te apertam, te empurram com o pratinho....um inferno. Parece que aquelas pessoas não vêem comida há um bom tempo. E boba ainda sou eu que ainda quero que as pessoas percebam sua atitude com a minha cara de indignação. Ai, ai, meu mundo cor-de-rosa, que se há de fazer por ti? Não sou mãe, mas domingo eu padeci no paraíso!
Escrito por Gabi às 12h10
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